Tarsila, Tarsila, volta pa ti mesma. Abandona o Gris
e o Lhotte, empresários de criticismos decrépitos
e de estesias decadentes. Abandona Paris, Tarsila.

Vem para a mata virgem, onde não há arte
negra, onde não há também arroios
gentis. Há MATA VIRGEM. Criei o matavirgismo.
Sou matavirgista. Disso é que o mundo, a arte,
o Brasil e minha queridíssima Tarsila precisam.
Mário de Andrade,
carta a Tarsila.
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