As
grandes metrópoles e sua condição
cosmopolita exercem sobre mim uma enorme atração.
É essa subjetividade que tento pintar: a
alma urbana materializada no cotidiano das pessoas
comuns, no trânsito caótico, na poluição
opressiva, na tirania da pressa, nas discrepâncias
sociais e também em inesperadas belezas,
como a solidão sugerida pela chuva e a atmosfera
intensa e quase monocromática da noite.